
Como seria bom se existisse uma bússola, que nos indicasse o caminho, quando estivéssemos perdidos... Oras, mas isso já existe (dããã...). Mas não é bem isso a que me refiro.
Nossa vida se resume a uma simples reta, com dois pontos: o início e o fim. O início não se resume apenas ao nascimento, ao início da vida, e sim, no momento em que tomamos uma decisão. Seja aprender algo, conseguir algo, para conseguir esse algo, precisamos dar o primeiro passo, até o fim, onde está o que almejamos. Mas essa reta até o fim não é tão reta como aparenta ser... ela tem curvas, aclives e declives, e qualquer passo em falso pode pôr a perder dias, meses, até anos de caminhada. É aí que entra a tal da bússola. O ser humano é, por natureza, um ser dotado de dúvidas. Para cada resposta que é encontrada, mais duas dúvidas aparecem - digo isso por mim mesmo - e, mediante a isso, nos sentimos fracos, confusos, prepotentes, mediante à situação em que nos é imposta.
Se ao menos houvesse uma luz, um sinal que nos apontasse para a direção certa... Ou uma bússola

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